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Mantras são vocalizações que se repetem e geram um fluxo vibracional que impacta no sistema frequencial do corpo humano produzindo efeitos como expansão, paz, alegria, discernimento, entre outros. Esse é o primeiro album de Louis produzindo junto com o músico e multiinstrumentista Marcus Viana no ano de 2018.

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Neste segundo album, Louis explora novos Mantras trazendo essências vibracionais que tem bases em tambores, elementos góticos, clássico e pop.

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Em seu terceiro album, Louis entra no mundo do hip hop, pop, MPB e rock, explorando letras com significado como "O sol que mora em nós", "Seu jeito", "Por que não", "Eu sou" e "Ciclo da vida", entre outras. Com o objetivo de construir letras que tragam reflexão, o lado filósofo de Louis é evidenciado e sua criatividade se funde com boas melodias e letras.

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Este é o primeiro álbum de Louis em inglês. Ele segue a mesma linha de filosofia, reflexões e profundidade em suas letras. O estilo explorado passa pela folk music e por elementos celtas e escoceses, com um ar pop. Roots remete às raízes e às bases de nós, seres humanos. Destacam-se músicas e letras como "Faith", "I'm the Book", "Think in Your Own Light" e "Meaning in the Move", entre outras. Um álbum para aquecer a alma.

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Em suas incursões xamânicas, experiências com tribos, tambores, sons, vibrações e estudos sobre os Hopi, Navajo e muitas outras tribos americanas, além de incas e maias, Louis explora o mundo da música nativa indígena americana. Neste álbum, percebe-se a força do canto, das letras conectadas com o espírito, o sentido da vida, a floresta, os animais de poder e o fluxo da vida. Com músicas e cantos fortes, o álbum é marcado por faixas como "Forest Knows My Name", "Wolf Calls", "Heart and the Soul" e "Cave of Returning", entre outras.

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Em 2022, Louis passou um período na Índia, na região norte da Caxemira, na cidade de Leh, em Ladakh, para onde muitos tibetanos se mudaram. Meditando quase todos os dias antes do nascer do sol nos mosteiros tibetanos, Louis teve contato com diversos instrumentos usados por eles. Um deles era um vibrafone de metal chamado steeltongue. Com esse instrumento, foi produzido o álbum Lyra, com músicas instrumentais para paz e relaxamento em comunhão com o espírito. Lyra é uma constelação do universo. Músicas como "Vega", "Aletheia", "Electra" e "Hermes", entre outras, trazem a leveza de sons que tocam a alma.

Durante 17 anos, Louis facilitou um programa de imersão chamado "FLUA". Nesta imersão em três níveis, com mais de 100 horas, diversos ensinamentos sobre psicologia positiva, transpessoal, bioenergética, física quântica, filosofia estóica e aristotélica eram ensinados e vivenciados. O álbum Presença recebe em suas letras todos os ensinamentos do FLUA em forma de mensagens sutis e inspiradoras que geram significado. Neste álbum, Louis volta para as músicas cantadas, desta vez ao som do feminino em estilo MPB e pop. Músicas como "Silêncio", "Tempo Invisível", "Palavra" e "Ritmo da Paz" trazem um frescor musical dançante. Louis explora também uma crítica à normose política do Brasil na música "Que Moral". Um álbum que mexe com o corpo e a mente.

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